quarta-feira, 1 de junho de 2011

Obrigatoriedade de utilização do portal do licenciamento de urbanização e edificação


Os deputados do Partido da Nova Democracia comprometem-se a defender no parlamento o seguinte:

Obrigatoriedade por parte de todas as Autarquias Locais de utilização do portal do licenciamento de urbanização e edificação, que dará maior transparência aos processos e permitirá detectar onde se encontra um processo em cada momento.

terça-feira, 31 de maio de 2011

PIRATAS DE PORTUGAL

10 horas da manhã, frente à sede do BES em Lisboa, apresentação da colecção de cromos PIRATAS DE PORTUGAL

Racionalização dos mais de 14.000 organismos públicos


Os deputados do Partido da Nova Democracia comprometem-se a defender no parlamento o seguinte:

Racionalização dos mais de 14.000 organismos públicos, tendo como objectivo numa legislatura a sua diminuição para no máximo metade desse número, obrigando todos à apresentação de contas públicas (actualmente pouco mais de 10% o faz).

PARQUE ESCOLAR


(Mais uma vez, total ausência de jornalistas...)

A Parque Escolar iniciou a sua actividade em Março de 2007, tendo como objectivo a intervenção em 332 escolas até 2015. No início desse ano, José Sócrates anunciava um investimento total de 940 milhões de euros. Passados dois anos, já falava em 2,5 mil milhões de euros para as 332 escolas.

Neste momento o investimento já atingiu 2,5 mil milhões de euros apenas com 205 escolas (fases iniciais). E a dívida total já está nos dois mil milhões de euros!

Isto leva a que provavelmente, para o total de 332 escolas o custo total venha a ser de cerca 4 mil milhões de euros! Mais de 4 vezes o valor indicado inicialmente!

Isto não é decerto só incompetência! O custo por m2 destas obras da parque escolar é muito superior ao normal, o que dada a fraca qualidade da construção é no mínimo indício de negócios pouco claros!

Para além da derrapagem de custos, há falta de transparência nas adjudicações: em muitos casos foi utilizada a negociação particular e o ajuste directo na escolha dos empreiteiros e dos gabinetes de arquitectos, por vezes através do ilegal fraccionamento das empreitadas para evitar os concursos públicos. O Código dos Contratos Públicos, em vigor desde Julho de 2008 foi letra morta para a Parque Escolar, não sendo cumprido durante muito tempo. Houve uma clara protecção dos contrutores e arquitectos do regime, que ficaram com a esmagadora maioria das obras.

A qualidade média é má. Antes de 4 ou 5 anos serão necessárias novas obras. Até já houve um tecto que caiu numa das inaugurações! São inúmeras as queixas de problemas com obras feitas há seis meses! Não sendo exaustivo, alguns casos: na escola Gil Vicente, em Lisboa, o que resultou da intervenção foi uma escola sem condições, pouco segura, pouco funcional, pouco higiénica e de degradação rapidíssima; na escola Brotero, em Coimbra 40% do orçamento foi gasto num sistema de climatização que não funciona por erro de projecto; no Garcia da Orta, no Porto, poucos meses após as obras, ocorriam quedas de tectos, fugas de gás e infiltrações de água; em Olhão, na José Carlos da Maia, três semanas após a reinauguração caiu um portão em cima de uma criança; na escola secundária de Paredes bastaram seis meses para que caísse uma grelha do tecto ferindo três alunas; na escola secundária Sá da Bandeira, sete meses após a requalificação contavam-se já cinco inundações na biblioteca! E ainda temos um primeiro-ministro que pergunta aos outros partidos se teria sido melhor não fazer nada! Na nossa opinião, com menos dinheiro teria sido possível fazer muito melhor!

Com as requalificações, as despesas de funcionamento e de manutenção mais que duplicaram e com energia triplicaram. Segundo um estudo da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, seria possível com sistemas solares fotovoltaicos ter um aumento de custos com a energia de apenas 30%! Se se gastou tanto dinheiro, porque não fizeram isso?

Por fim, chamamos a atenção de que esta empresa é mais um caso de desorçamentação: O Ministério da educação vendeu os seus imóveis e agora paga renda à Parque Escolar, tal como as escolas que foram intervencionadas. Ou seja estamos perante mais um valor que deveria estar no défice e por obra e graça destas engenharias financeiras tão do agrado do governo, está camuflado! Sócrates gastou. Os nosso filhos que paguem!


Face a tudo isto, o PND vai contactar o Tribunal de Contas pedindo uma auditoria a esta situação.

Extinção de todas as empresas municipais


Os deputados do Partido da Nova Democracia comprometem-se a defender no parlamento o seguinte:

Extinção de todas as empresas municipais, através da sua (re)integração nos Municípios ou privatização.

COLECÇÃO DE CROMOS "PIRATAS DE PORTUGAL"


Amanhã, pelas 10h00 apresentação da colecção de cromos dos "Piratas de Portugal".

Av. da Liberdade 195, frente à sede do BES

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Luta efectiva contra a corrupção


Os deputados do Partido da Nova Democracia comprometem-se a defender no parlamento o seguinte:

Luta efectiva contra a corrupção, dotando de recursos técnicos e financeiros a investigação do crime económico-financeiro.

ACÇÃO FÚNEBRE DE 7º DIA, PELA DEMOCRACIA PORTUGUESA

Texto da acção hoje realizada frente à Assembleia da República, à qual não compareceu (pela segunda vez consecutiva...) qualquer jornalista. Será que já esgotámos o tempo que tiveram a gentileza de nos dar ou tornámo-nos incómodos?


Esta acção hoje pretendo simbolizar a morte da democracia portuguesa, ocorrida logo no início desta campanha eleitoral.

Com efeito, como chamar democracia a um sistema onde alguns fazem campanha eleitoral com o claro apoio dos meios de comunicação social, enquanto a outros é quase vedado apresentar as suas ideias aos portugueses?

Passada uma semana de campanha, o PND esteve quase totalmente ausente das notícias dos jornais e nem 2 minutos de presença na televisão. Menos de 2 minutos numa semana, enquanto outros partidos têm presença diária de horas! É isto pluralismo? E o que diz a Comissão Nacional de Eleições a mais este atropelo? Nada de relevante, como de costume! Se não serve para nada, deveria ser extinta!

Nesta campanha quase não se têm discutido ideias. A maioria do que é dito é apenas para desviar a atenção dos portugueses do que realmente interessa. Fome, miséria e o que a provocou são assuntos meramente acessórios para a maioria dos partidos.

Sabemos perfeitamente que não convêm aos partidos do sistema que as nossas propostas cheguem à população, nomeadamente quando defendemos a redução da classe política para metade ou ainda quando denunciamos algumas das negociatas dos que estão no poder e o crescendo de corrupção.

A promiscuidade entre o poder político e o poder económico é cada vez maior! Provavelmente não convêm que a denunciemos! Mas vamos continuar a fazê-lo, porque a situação dos portugueses chegou onde chegou por causa destas golpadas!


(Havia mais um parágrafo, que fica para outra acção esta semana)

Avaliação dos Juízes


Os deputados do Partido da Nova Democracia comprometem-se a defender no parlamento o seguinte:

Avaliação dos Juízes com impacto em remuneração variável e nas dotações para os Tribunais de modo a premiar os que têm mais elevada produtividade.

domingo, 29 de maio de 2011

Rádio Renascença - João Carvalho Fernandes entrevistado por Lídia Magno

PND quer “emagrecer” deputados, câmaras e freguesias


“A principal bandeira do Partido Nova Democracia é uma postura de combate cívico contra a corrupção, o clientelismo, o amiguismo”, afirma João Carvalho Fernandes.

Uma redução drástica do número de deputados, é uma das ideias defendidas por João Carvalho Fernandes, do Partido Nova Democracia (PND), em entrevista à Renascença.

“A primeira medida que nós tomaríamos no Parlamento seria propor uma revisão constitucional no sentido de diminuir toda a classe política para metade daquilo que é actualmente, ou seja, 115 deputados apenas e diminuir o número de freguesias e de câmaras municipais para metade”, explica o cabeça de lista por Lisboa.

João Carvalho Fernandes diz que a classe política deve dar exemplos de poupança ao povo e salienta que “a principal bandeira do Partido Nova Democracia é uma postura de combate cívico contra a corrupção, o clientelismo, o amiguismo”.

O posicionamento ideológico do PND é de centro-direita, mas o partido está aberto a “pessoas de outras ideologias” e tem muitos independentes nas suas listas “atraídos por esta postura”, frisa.

O objectivo da Nova Democracia para as eleições legislativas de 5 de Junho é “eleger um ou dois deputados”, um pela Madeira e outro por Lisboa.

Sobre a saída de José Manuel Coelho do PND, João Carvalho Fernandes considera que “foi mais” o candidato às últimas eleições presidenciais que “não quis continuar a integrar o partido.

O cabeça de lista da Nova Democracia por Lisboa tem tentado alertas pessoas para os perigos do voto útil nos maiores partidos.

“Nós temos avisado as pessoas bastante que se estão contentes com o que têm, se acham que têm o que merecem, devem continuar a votar nos cinco do costume, se estão descontentes devem procurar opções entre os outros 12 partidos que concorrem a estas eleições”, sustenta.

Ouça aqui na integra a entrevista. Depois de clicar, está do lado direito.

(Há um pequeno lapso da entrevistadora - não sou líder do PND...)

Medida de Saneamento Legislativo


Os deputados do Partido da Nova Democracia comprometem-se a defender no parlamento o seguinte:

Medida de Saneamento Legislativo, através da adopção do princípio de não legislação durante metade da legislatura e de remoção de diplomas. Sanear, sistematizar e codificar deve ser o lema na Justiça. É incrível o número de diplomas existentes em determinados temas, muitos deles contraditórios entre si. É imprescindível um esforço de clarificação.

Estão bem? Continuem!

Se estão contentes com o que têm, se acham que têm o que merecem, devem continuar a votar nos cinco do costume, se estão descontentes devem procurar opções entre os outros 12 partidos que concorrem a estas eleições.

Criação da Comunidade Económica dos Países de Língua Portuguesa


Os deputados do Partido da Nova Democracia comprometem-se a defender no parlamento o seguinte:

Criação da Comunidade Económica dos Países de Língua Portuguesa (A Comunidade Económica Lusófona – CEL)

sábado, 28 de maio de 2011

Comunicado PND - Onde está o pluralismo?

O PND congratula-se com a decisão do Tribunal de Oeiras relativamente aos debates televisivos. Apesar de tardia e com poucos efeitos práticos nesta altura, vai implicar que em futuras eleições as televisões sejam obrigadas a um maior pluralismo.

Aproveitamos esta oportunidade para nos insurgir contra o tratamento altamente discriminatória a que a candidatura da Nova Democracia tem sido votada por alguns órgãos de comunicação social, em especial pelas televisões. Passada uma semana de campanha e somando os tempos de reportagem nos três principais canais, temos menos de dois minutos – menos de dois minutos numa semana, de reportagens sobre a campanha do PND. Isto enquanto outros partidos têm direito a horas diariamente!

Sabemos perfeitamente que isto acontece porque não convêm aos partidos do sistema que  as nossas propostas cheguem à população, nomeadamente quando defendemos a redução da classe política para metade ou quando afirmamos que a maioria dos políticos portugueses são mentirosos ou ainda quando denunciamos algumas das negociatas que decorrem da promiscuidade crescente entre o poder político e o económico e o crescendo de corrupção!

É óbvio que não exigimos cobertura jornalística de todas as nossas actividades, mas há mínimos, em nome do pluralismo, que achamos que não estão a ser cumpridos!

Reportagem TVI sobre o debate dos pequenos partidos

Veja aqui

Reforço da independência nacional


Os deputados do Partido da Nova Democracia comprometem-se a defender no parlamento o seguinte:

Reforço da independência nacional através nomeadamente da saída da Política Comum de Pescas (única medida de verdadeira defesa das Pescas e dos Pescadores).

sexta-feira, 27 de maio de 2011

PND festeja decisão sobre vídeo de campanha

Fotografia © Reinaldo Rodrigues / Global Imagens

João Carvalho Fernandes, cabeça de lista pelo distrito de Lisboa (segundo a contar da esquerda na foto), diz que a decisão do Tribunal Constitucional é uma vitória da democracia

Com a devida vénia ao Diário de Notícias

Membros do Partido Nova Democracia (PND) manifestaram-se esta sexta-feira à porta do Tribunal Constitucional, em Lisboa, reclamando "censura nunca mais!" quando souberam da decisão favorável ao seu tempo de antena, que compara Alberto João Jardim a vários ditadores.

"É uma grande vitória contra o presidente do Governo Regional da Madeira e uma grande derrota dele porque estava claramente empenhado em que nos tirassem o tempo de antena e o TC deu-nos razão, dizendo tratar-se apenas de uma ironia", disse à Lusa o cabeça de lista do PND por Lisboa às eleições legislativas de 05 de Junho, João Carvalho Fernandes.

Ladeado pela mandatária e terceira da lista, Paula Cardoso, e pelo também candidato Jorge Afonso, João Carvalho Fernandes confirmou ter enviado a contra-argumentação via fax na quinta-feira, completada nesta sexta-feira com "um maço de documentos" de artigos e declarações do líder do PSD-Madeira, com o qual se prova que "nenhuma outra pessoa atacou tanto as instituições deste País quanto ele (Alberto João Jardim)".

O pedido de suspensão da emissão do tempo de antena do PND tinha sido aprovado pela Comissão Nacional de Eleições (CNE) na terça-feira, apenas com o voto contra do representante do BE, após uma denúncia anónima, ficando o TC de analisar o caso.

"É engraçado que eu, por exemplo, apresentei uma queixa à CNE em 09 de Outubro de 2009, relativamente a um seu delegado, por violação do dever de equidistância e independência, e ainda não obtive resposta", continuou Fernandes.

O TC decidiu por unanimidade indeferir o pedido de suspensão argumentando que o vídeo em causa não pode ser interpretado como um apelo à desordem nem ofende a honra do visado.

No vídeo em causa vê-se Alberto João Jardim a discursar, dobrado com um discurso do líder nazi Adolf Hitler, e inclui imagens de outros líderes políticos como o líbio Muammar Khadaffi, o tunisino Ben Ali ou o egípcio Hosni Mubarak, além de imagens de tanques e armas, um apelo à revolta.

Fim da imunidade total dos deputados


Os deputados do Partido da Nova Democracia comprometem-se a defender no parlamento o seguinte:

Fim da imunidade total dos deputados. A imunidade civil, criminal ou disciplinar destes circunscreve-se aos votos e opiniões que emitirem no exercício das suas funções e por causa dessas mesmas funções.

PND reclama "Censura nunca mais!" e recebe boa notícia à porta do Tribunal Constitucional


Lisboa, 27 mai (Lusa) -- Membros do Partido Nova Democracia (PND) manifestaram-se hoje à porta do Tribunal Constitucional, em Lisboa, reclamando "censura nunca mais!" quando souberam da decisão favorável ao seu tempo de antena, que compara Alberto João Jardim a vários ditadores.

Com a devida vénia à Visão

"É uma grande vitória contra o presidente do Governo Regional da Madeira e uma grande derrota dele porque estava claramente empenhado em que nos tirassem o tempo de antena e o TC deu-nos razão, dizendo tratar-se apenas de uma ironia", disse à Lusa o cabeça de lista do PND por Lisboa às eleições legislativas de 05 de junho, João Carvalho Fernandes.

Ladeado pela mandatária e terceira da lista, Paula Cardoso, e pelo também candidato Jorge Afonso, João Carvalho Fernandes confirmou ter enviado a contra-argumentação via fax na quinta-feira, completada hoje mesmo com "um maço de documentos" de artigos e declarações do líder do PSD-Madeira, com o qual se prova que "nenhuma outra pessoa atacou tanto as instituições deste País quanto ele (Alberto João Jardim).

Limitação a dois mandatos consecutivos


Os deputados do Partido da Nova Democracia comprometem-se a defender no parlamento o seguinte:

Limitação, a dois mandatos consecutivos, no exercício de cargos políticos, à semelhança do regime vigente para o Presidente da República.

Os mais pequenos uniram-se para poderem ter voz como os grandes


Veja o video aqui

Fim das compensações


Os deputados do Partido da Nova Democracia comprometem-se a defender no parlamento o seguinte:

Fim das compensações existentes para os que terminam o que deveria ser o seu período de serviço do bem público e se reintegram na sociedade civil.

TSF ENTREVISTA SÉRGIO PINA EM SANTARÉM EM ACÇÃO FRENTE AO TRIBUNAL - POLÍCIA IDENTIFICA CANDIDATOS


Elementos do PND identificados pela polícia em protesto contra estado da Justiça

Dois candidatos do Partido da Nova Democracia foram identificados pela PSP durante um protesto à porta do Tribunal de Santarém. A acção de campanha visou protestar contra o estado da Justiça-

Reportagem de Carlos Júlio

quinta-feira, 26 de maio de 2011

Fim de qualquer regime especial de reformas para os políticos


Os deputados do Partido da Nova Democracia comprometem-se a defender no parlamento o seguinte:

Fim de qualquer regime especial de reformas para os políticos, aceitando que o período em que desempenham funções seja acumulado ao tempo necessário para a obtenção de reforma, na actividade profissional exercida ou a exercer.

PND quer “emagrecer” deputados, câmaras e freguesias

“A principal bandeira do Partido Nova Democracia é uma postura de combate cívico contra a corrupção, o clientelismo, o amiguismo”, afirma João Carvalho Fernandes.


Com a devida vénia à Rádio SIM


Uma redução drástica do número de deputados, é uma das ideias defendidas por João Carvalho Fernandes, do Partido Nova Democracia (PND), em entrevista à Renascença.

“A primeira medida que nós tomaríamos no Parlamento seria propor uma revisão constitucional no sentido de diminuir toda a classe política para metade daquilo que é actualmente, ou seja, 115 deputados apenas e diminuir o número de freguesias e de câmaras municipais para metade”, explica o cabeça de lista por Lisboa.

João Carvalho Fernandes diz que a classe política deve dar exemplos de poupança ao povo e salienta que “a principal bandeira do Partido Nova Democracia é uma postura de combate cívico contra a corrupção, o clientelismo, o amiguismo”.

O posicionamento ideológico do PND é de centro-direita, mas o partido está aberto a “pessoas de outras ideologias” e tem muitos independentes nas suas listas “atraídos por esta postura”, frisa.

O objectivo da Nova Democracia para as eleições legislativas de 5 de Junho é “eleger um ou dois deputados”, um pela Madeira e outro por Lisboa.

Sobre a saída de José Manuel Coelho do PND, João Carvalho Fernandes considera que “foi mais” o candidato às últimas eleições presidenciais que “não quis continuar a integrar o partido.

O cabeça de lista da Nova Democracia por Lisboa tem tentado alertas pessoas para os perigos do voto útil nos maiores partidos.

“Nós temos avisado as pessoas bastante que se estão contentes com o que têm, se acham que têm o que merecem, devem continuar a votar nos cinco do costume, se estão descontentes devem procurar opções entre os outros 12 partidos que concorrem a estas eleições”, sustenta.

Diminuição do número de cargos políticos para metade


Os deputados do Partido da Nova Democracia comprometem-se a defender no parlamento o seguinte:

Diminuição do número de deputados bem como de todo os cargos políticos para metade, nomeadamente através de aglutinação de Câmaras Municipais e Juntas de Freguesia.

ENTREVISTADO POR CARLOS JÚLIO - TSF

Depois de a Comissão Nacional de Eleições ter considerado que um tempo de antena do PND passou claramente das marcas, o cabeça de lista do partido por Lisboa, João Carvalho Fernandes, falou sobre esta questão e explicou os objectivos do partido.

Entrevista de Carlos Júlio a João Carvalho Fernandes

Alteração do sistema eleitoral


Os deputados do Partido da Nova Democracia comprometem-se a defender no parlamento o seguinte:

Alteração do sistema eleitoral conciliando a proporcionalidade, com a escolha dos deputados pelos eleitores. Pretende-se um sistema misto onde parte dos deputados serão eleitos em círculos uninominais, sendo outra parte eleitos por um círculo único nacional.