Face à ocorrência reiterada de actos de terrorismo em solo português (apesar das ameaças ridículas de independência de Alberto João Jardim, ainda o é), o Presidente da República nada faz e assobia para o lado.
A partir deste momento é responsável, quanto mais não seja por omissão, por actos mais graves, que fatalmente e face à impunidade vigente, vão acabar por ocorrer!
- Mais um atentado contra o património da família de Gil Canha. Um irmão e também a mulher do vereador do PND ficaram com as viaturas danificadas.
- Baltazar Aguiar critica o silêncio das autoridades, especialmente o do RR na região. O dirigente do PND fala em violência política na Madeira.
Quarta-feira, 21 de Março de 2012
Segunda-feira, 6 de Fevereiro de 2012
CONVÉM NÃO ESQUECER
O povo português tem a memória muito curta, o que tem permitido que os diversos responsáveis pelo estado do país se eternizem no poder, no esquema "agora mando eu, amanhã mandas tu".
Mas, se é verdade que este governo tem cometido diversos erros, convém não esquecer que foi o pior governo depois do 25 de Abril, capitaneado por José Sócrates que nos conduziu ao ponto em que estamos.
E até acaba por ser caricata a lata do actual líder do PS em vir declarar (agora - porque não o fez quando se candidatou à liderança do partido?) que não concorda com o acordo negociado e assinado pelo partido dele....
Mas, se é verdade que este governo tem cometido diversos erros, convém não esquecer que foi o pior governo depois do 25 de Abril, capitaneado por José Sócrates que nos conduziu ao ponto em que estamos.
E até acaba por ser caricata a lata do actual líder do PS em vir declarar (agora - porque não o fez quando se candidatou à liderança do partido?) que não concorda com o acordo negociado e assinado pelo partido dele....
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Quarta-feira, 7 de Dezembro de 2011
A prova final de que fomos governados por um irresponsável:
“Pagar a dívida é ideia de criança”
O ex-primeiro-ministro José Sócrates comentou em Paris a crise na Europa, durante uma conferência com colegas universitários da Sciences Po, onde estuda Ciência Política. "Para pequenos países como Portugal e Espanha, pagar a dívida é uma ideia de criança. As dívidas dos Estados são por definição eternas. As dívidas gerem-se. Foi assim que eu estudei", disse.
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Quinta-feira, 1 de Dezembro de 2011
Passos Coelho admite que pode ser necessária mais austeridade
Não me digam que o ministro Mota Soares vai deixar de andar de Audi A7 e vai passar para um Audi A4?
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Hipócritas
Quarta-feira, 23 de Novembro de 2011
AS HABITUAIS CONFUSÕES DE MÁRIO SOARES
Mais uma vez, Mário Soares faz confusão e compara situações completamente diferentes:
"Não podemos saudar democraticamente a chamada rua árabe e temer as nossas próprias ruas e praças."
Há uma diferença substancial: Em Portugal há eleições democráticas (mesmo que manipuladas pelos cinco partidos do regime para impedir o aparecimento de novas forças políticas), enquanto na maioria dos países árabes referidos nem eleições há...
"Não podemos saudar democraticamente a chamada rua árabe e temer as nossas próprias ruas e praças."
Há uma diferença substancial: Em Portugal há eleições democráticas (mesmo que manipuladas pelos cinco partidos do regime para impedir o aparecimento de novas forças políticas), enquanto na maioria dos países árabes referidos nem eleições há...
Sexta-feira, 11 de Novembro de 2011
A banca pobre e mal-agradecida - por HELENA GARRIDO
Subscrevo totalmente este artigo da Helena Garrido no Jornal de Negócios
O mundo também mudou para a banca em Portugal. Pode ainda não ter mudado na Europa, mas a falta de dinheiro ou a presença de uma nova atitude do Governo ditaram, finalmente, novos tempos para o sector financeiro. Esperemos que os políticos europeus sigam o mesmo caminho.
Em Portugal, Pedro Passos Coelho e o seu ministro das Finanças, Vítor Gaspar, passaram, num ápice, de ultraliberais ortodoxos para perigosos comunistas da era do Período de Revolução em Curso (PREC) dos idos de 1975. É esta a imagem que os banqueiros passaram para Bruxelas na carta que enviaram ao comissário europeu, o finlandês Olli Rehn. Por aqui, um país em que o Estado não tem dinheiro e o Governo quer nacionalizar a banca, também ela em dificuldades, como é visível na travagem que fez na concessão de crédito e nos juros que anda a oferecer para captar depósitos.
A banca não quer o Estado como accionista. Óptimo. Tem dinheiro? Pois que os seus accionistas capitalizem os bancos de acordo com as regras que os próprios mercados estão a exigir. Não tem dinheiro? Pois tem de se sujeitar às regras de quem o tem e que, em nome dos contribuintes, o vai emprestar. Nenhum sector, sem ser a banca, tem em Portugal o privilégio de dispor de 12 mil milhões de euros para garantir a sua solidez e liquidez. Quantas empresas economicamente viáveis não precisam neste momento de meia dúzia de milhares para garantir que não são varridas para a falência pela falta de crédito?
E não, isto não é demagogia nem populismo. A banca tem de se habituar a ser tratada como todos os outros sectores, sem mais nem menos poderes. Se quer ser tratada de forma diferente, teremos de repensar todo o regime em que temos vivido. Com certeza que ninguém quer retirar as consequências para o regime capitalista de empresas que não têm sobre si a ameaça de falência. Todos sabemos que é a ameaça de ir à falência que impede o talho, a peixaria, a mercearia, uma qualquer empresa, de correr riscos excessivos.
Percebemos hoje melhor ainda do que no passado por que é que nunca se fez nada em Portugal para impedir o "boom" de crédito, a manutenção da iliteracia financeira ou o financiamento de compra de acções. Em Espanha, por exemplo, o banco central conseguiu consagrar em 2000 as provisões anticíclicas. Em Portugal falou-se disso mas nada se fez. Porquê? Porque os bancos não quiseram.
Durante demasiado tempo, o poder foi cúmplice do sector financeiro - aqui, como no resto da Europa - e esteve totalmente capturado por ele. Esteve ou está? A resolução efectiva da crise financeira em que mergulhou o mundo ocidental depende, de forma determinante, da capacidade que os Estados tiverem de recuperar o poder sobre o sistema financeiro. Se não o fizerem, outra crise chegará.
Os banqueiros portugueses sabem bem que o Estado, e especialmente este Governo, quer tudo menos nacionalizar os bancos. Ironia das ironias, esta acusação cair sobre Pedro Passos Coelho, que até já defendeu a privatização da CGD.
Acusar o Governo de intenções que são absurdas apenas nos faz suspeitar de que a banca portuguesa estava muito mal-habituada, que viveu num regime de "quero, posso e mando". Hoje é diferente. Não há dinheiro. E quem é pobre não pode ser mal-agradecido.
helenagarrido@negocios.pt
A banca não quer o Estado como accionista. Óptimo. Tem dinheiro? Pois que os seus accionistas capitalizem os bancos de acordo com as regras que os próprios mercados estão a exigir. Não tem dinheiro? Pois tem de se sujeitar às regras de quem o tem e que, em nome dos contribuintes, o vai emprestar. Nenhum sector, sem ser a banca, tem em Portugal o privilégio de dispor de 12 mil milhões de euros para garantir a sua solidez e liquidez. Quantas empresas economicamente viáveis não precisam neste momento de meia dúzia de milhares para garantir que não são varridas para a falência pela falta de crédito?
E não, isto não é demagogia nem populismo. A banca tem de se habituar a ser tratada como todos os outros sectores, sem mais nem menos poderes. Se quer ser tratada de forma diferente, teremos de repensar todo o regime em que temos vivido. Com certeza que ninguém quer retirar as consequências para o regime capitalista de empresas que não têm sobre si a ameaça de falência. Todos sabemos que é a ameaça de ir à falência que impede o talho, a peixaria, a mercearia, uma qualquer empresa, de correr riscos excessivos.
Percebemos hoje melhor ainda do que no passado por que é que nunca se fez nada em Portugal para impedir o "boom" de crédito, a manutenção da iliteracia financeira ou o financiamento de compra de acções. Em Espanha, por exemplo, o banco central conseguiu consagrar em 2000 as provisões anticíclicas. Em Portugal falou-se disso mas nada se fez. Porquê? Porque os bancos não quiseram.
Durante demasiado tempo, o poder foi cúmplice do sector financeiro - aqui, como no resto da Europa - e esteve totalmente capturado por ele. Esteve ou está? A resolução efectiva da crise financeira em que mergulhou o mundo ocidental depende, de forma determinante, da capacidade que os Estados tiverem de recuperar o poder sobre o sistema financeiro. Se não o fizerem, outra crise chegará.
Os banqueiros portugueses sabem bem que o Estado, e especialmente este Governo, quer tudo menos nacionalizar os bancos. Ironia das ironias, esta acusação cair sobre Pedro Passos Coelho, que até já defendeu a privatização da CGD.
Acusar o Governo de intenções que são absurdas apenas nos faz suspeitar de que a banca portuguesa estava muito mal-habituada, que viveu num regime de "quero, posso e mando". Hoje é diferente. Não há dinheiro. E quem é pobre não pode ser mal-agradecido.
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Quinta-feira, 27 de Outubro de 2011
É ESTA A EQUIDADE DE CAVACO!
Em plena crise, o hipócrita continua a gastar à grande!
Por Nelson Pereira
Enquanto Passos Coelho se faz acompanhar de quatro pessoas, Cavaco Silva leva 23 para uma cimeira de dois dias
Se a importância que os nossos governantes dão aos países que lhes cabe visitar se medisse pela dimensão da comitiva que os acompanha, ficaríamos a saber que a 21.a Cimeira Ibero-Americana, que decorre entre os dias 27 e 28 de Outubro, em Assunção, no Paraguai, é muito mais importante para o Presidente da República que para o primeiro-ministro ou para o chefe da diplomacia, Paulo Portas.
Enquanto Pedro Passos Coelho leva consigo quatro pessoas, incluindo segurança, Aníbal Cavaco Silva arrasta atrás dele um séquito de 23, no qual se incluem mordomo e médico pessoal. O Presidente, que se eternizou na célebre frase “Ninguém está imune aos sacrifícios”, já tinha suscitado consternação aquando da visita aos Açores em Setembro, por se ter feito acompanhar de uma comitiva de 30 pessoas, entre as quais estavam o chefe da casa civil e sua esposa, quatro assessores, dois consultores, um médico pessoal, uma enfermeira, dois bagageiros, dois fotógrafos oficiais, um mordomo e 12 agentes de segurança.
Numa altura em que os portugueses são diariamente chamados a acreditar nas garantias consoladoras de dificuldades justamente partilhadas e convidados a aceitar cortes, inevitável emagrecimento e até empobrecimento, eis que o chefe de Estado português aterra no Paraguai amanhã, depois de uma escala no Brasil, com o equivalente a duas equipas de futebol, com custos que, contabilizados ao nível do cidadão comum, e só no que diz respeito ao preço dos voos, são de 7500 euros por pessoa para um bilhete de ida e volta em classe executiva e 1870 euros em classe económica.
Enquanto Pedro Passos Coelho leva consigo quatro pessoas, incluindo segurança, Aníbal Cavaco Silva arrasta atrás dele um séquito de 23, no qual se incluem mordomo e médico pessoal. O Presidente, que se eternizou na célebre frase “Ninguém está imune aos sacrifícios”, já tinha suscitado consternação aquando da visita aos Açores em Setembro, por se ter feito acompanhar de uma comitiva de 30 pessoas, entre as quais estavam o chefe da casa civil e sua esposa, quatro assessores, dois consultores, um médico pessoal, uma enfermeira, dois bagageiros, dois fotógrafos oficiais, um mordomo e 12 agentes de segurança.
Numa altura em que os portugueses são diariamente chamados a acreditar nas garantias consoladoras de dificuldades justamente partilhadas e convidados a aceitar cortes, inevitável emagrecimento e até empobrecimento, eis que o chefe de Estado português aterra no Paraguai amanhã, depois de uma escala no Brasil, com o equivalente a duas equipas de futebol, com custos que, contabilizados ao nível do cidadão comum, e só no que diz respeito ao preço dos voos, são de 7500 euros por pessoa para um bilhete de ida e volta em classe executiva e 1870 euros em classe económica.
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Sábado, 15 de Outubro de 2011
OS PORTUGUESES TÊM O QUE MERECEM!
Votaram sempre nos mesmos, por estarem contentes com o que tinham. Nas últimas eleições, apesar de avisados, mais de noventa por cento votou nos 5 do costume. Agora queixem-se!
Domingo, 25 de Setembro de 2011
BANQUEIROS PORTUGUESES SÃO MAIS BURROS QUE SÓCRATES
Não tendo aprendido com a burrice e casmurrice de Sócrates, que podia ter recorrido à ajuda externa mais cedo, amenizando as medidas que a troika nos obrigou a tomar, os bancos portugueses vão pelo mesmo caminho, continuando a recusar a recapitalização com recurso aos fundos colocados à sua disposição.
Isto está a levar a cortes drásticos no crédito às empresas, com o consequente fecho de muitas delas e ida de mais uns milhares de pessoas para o desemprego!
Isto está a levar a cortes drásticos no crédito às empresas, com o consequente fecho de muitas delas e ida de mais uns milhares de pessoas para o desemprego!
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Terça-feira, 20 de Setembro de 2011
COESÃO NACIONAL?
Cavaco sublinha importância da coesão nacional em "tempos difíceis"
Implica solidariedade, mas em ambos os sentidos. E quando de um dos lados estão pulhas desonestos, isso torna-se muito difícil!
Implica solidariedade, mas em ambos os sentidos. E quando de um dos lados estão pulhas desonestos, isso torna-se muito difícil!
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Terça-feira, 13 de Setembro de 2011
Segunda-feira, 12 de Setembro de 2011
Domingo, 11 de Setembro de 2011
Sexta-feira, 2 de Setembro de 2011
BASTA DE CONVERSA!
Não estará na altura de os ministros deste governo acabarem com as conferências de imprensa onde anunciam cortes de despesa futuros, calarem-se, trabalharem mais e efectuarem-nos mesmo?
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Governo
Sábado, 27 de Agosto de 2011
O SOCIALISTA SR.SILVA ATACA OUTRA VEZ
Para armar maior confusão, nestes tempos difíceis, o Sr. Silva lembrou-se de vir defender o regresso de um imposto que quando foi extinto custava mais aos contribuintes na sua cobrança do que a receita que gerava!
Lamentável, vindo de quem permitiu tudo e mais alguma coisa a Sócrates, sendo co-responsável pelo estado a que o país chegou!
Lamentável, vindo de quem permitiu tudo e mais alguma coisa a Sócrates, sendo co-responsável pelo estado a que o país chegou!
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Cavaco Silva
Domingo, 17 de Julho de 2011
BANCOS - TESTES DE STRESS OU TESTES DA TRETA?
Se a intenção era saber se os bancos resistem a condições adversas, porque é que os bancos franceses e alemães não foram submetidos à hipótese de "default" grega, dado que estão carregados de dívida deste país?
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UE
Sexta-feira, 8 de Julho de 2011
Portugal "está na situação que está porque andaram a mentir" - SOARES DOS SANTOS
O presidente do conselho de administração da Jerónimo Martins diz que a superação da crise em Portugal depende dos portugueses.
Com a devida vénia ao Económico
"Portugal tem ou não futuro? Depende de nós", afirmou Alexandre Soares dos Santos, frisando que o País tem oito séculos de história e já passou por muitas crises.
Numa palestra proferida num encontro do núcleo de Faro da Associação Cristã de Empresários e Gestores (ACEGE), Soares dos Santos defendeu que os portugueses têm que definir, em primeiro lugar, em que sistema querem viver.
"Temos um sistema em que a iniciativa privada existe, é aceite e bem aceite ou um sistema em que preferimos que o Estado mande em tudo?
Não podemos é continuar a pretender investimento estrangeiro e português e tratá-lo mal, porque há milhentos países que tratam bem e sou melhor tratado na Polónia do que aqui", disse.
Alexandre Soares dos Santos criticou "o hábito dos portugueses só terem direitos", como "o direito a um Serviço Nacional de Saúde", mas questionou se faz sentido uma pessoa "ter um 'pacemaker' que custou sete mil euros e não ter pago um tostão".
Argumentou que "não há hipótese de sustentar isto", porque "temos de pagar de qualquer maneira", se não se pagar o acto médico, paga-se com impostos, avançou.
Disse ainda que se ignora onde o dinheiro dos impostos é gasto e criticou o facto de "ninguém ter dito para onde foram as ajudas que vieram de Bruxelas, onde esse dinheiro está, como foi gasto e qual foi o seu retorno".
Em consequência, afirmou: "Somos nós, sociedade civil, que tem que assumir essa responsabilidade".
Alexandre Soares dos Santos disse que muitas das empresas têm dificuldades "porque não dispõem de fundo de maneio" e, com a falta de crédito bancário, não conseguem fazer frente à situação económica difícil. "Desde o início do ano já perdemos 19 fornecedores e estamos a pagar as vinhas", revelou.
O empresário disse ainda que "tem que haver Justiça a horas" e defendeu que "as leis fiscais não podem estar sempre a mudar", porque "as empresas não gostam disso, têm planos e não podem estar ao sabor de um partido que decide mudá-las quando quer".
Defendeu a aposta no capital humano, na formação e no "respeito pelas pessoas", que "têm que ser motivadas", e criticou ainda os políticos por não dizerem a verdade ao País, considerando que Portugal "está na situação que está porque andaram a mentir".
Em conclusão, afirmou: "O País é o resultado da nossa vontade".
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Quinta-feira, 30 de Junho de 2011
LÁ SE VAI METADE DO SUBSÍDIO DE NATAL....
E se fosse só isso e o problema ficasse resolvido de uma vez...
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Sexta-feira, 24 de Junho de 2011
DEMISSÃO IMEDIATA DO PRESIDENTE DA COMISSÃO NACIONAL DE PROTECÇÃO DE DADOS
Mais um, que é forte com os fracos e fraco com os fortes! E com este tipo de argumentos deve estar para breve a proibição de consulta dos rendimentos de titulares de cargos políticos!
Subvenções
Estado esconde pensões políticas
Os nomes dos políticos que pedem ao Estado a atribuição da pensão mensal vitalícia passaram a ser secretos.
A Comissão Nacional de Protecção de Dados (CNPD), cujo presidente é eleito pelos deputados, considera que a subvenção vitalícia não é uma informação pública. Por isso, a Assembleia da República, que até há pouco tempo divulgava os nomes dos beneficiários dessa regalia, está agora impedida de o fazer, avança hoje o Correio da Manhã.
A decisão da CNPD, organismo presidido por Luís Silveira desde 2001, não protege só os beneficiários da pensão vitalícia: os nomes dos políticos que solicitem a atribuição do subsídio de reintegração, pago aos políticos que cessam os cargos e ficam no desemprego, também não podem ser divulgados. E o montante do subsídio não pode também ser público.
A Assembleia da República, em resposta às questões do jornal, é categórica: "Relativamente à indicação nominal dos senhores ex-deputados que solicitaram quer a subvenção mensal vitalícia quer o subsídio de reintegração a Comissão Nacional de Protecção de Dados, na sua deliberação nº 14/2011, considera que as informações respeitantes a esta matéria são dados pessoais, não públicos, pelo que não é possível responder às questões colocadas".
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Subvenção Vitalícia
SOLTAM-SE AS LÍNGUAS...
Interessante como em menos de uma semana e sem necessidade de qualquer auditoria, já vieram a público tantos escândalos ligados ao despesismo e descontrolo do governo socialista!
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Quarta-feira, 22 de Junho de 2011
PEÇAM AO SÓCRATES PARA PAGAR....
Viana: venda de ferry à Venezuela num impasse
Administração dos Estaleiros de Viana tenta, sem sucesso, que contrato seja assinado pelas entidades venezuelanas
A venda do ferry «Atlântida» à Venezuela, acordada em Fevereiro, continua, afinal, num impasse já que «semana após semana» a administração dos Estaleiros de Viana tenta, sem sucesso, que o contrato seja assinado pelas entidades venezuelanas.
«A verdade é que até hoje o contrato não foi assinado. Isso causa-nos bastante preocupação», admitiu esta segunda-feira Carlos Veiga Anjos, presidente do Conselho de Administração dos Estaleiros Navais de Viana do Castelo.
O acordo para a venda do ferry, que tinha sido encomendado e posteriormente rejeitado pelo Governo Regional dos Açores, foi anunciado publicamente pelo Governo português e pelo executivo de Chavez, a 20 de Fevereiro.
«Foi celebrado com pompa e circunstância na Venezuela. Mas nunca chegou a ser assinado, apesar de o nosso representante ter ficado três semanas a aguardar», explicou ainda Veiga Anjos, que coordenou toda a negociação e que previa a venda por 42,5 milhões de euros.
«Hoje, a pessoa com quem negociamos já não me atende o telemóvel», disse ainda, demonstrando «apreensão» com este negócio numa altura em que, além da Marinha, a empresa Petróleos da Venezuela é a única cliente dos estaleiros de Viana, com dois navios asfalteiros de 150 milhões de euros.
«Semana após semana não se consegue assinar o contrato, mas não vamos dar por encerrado o assunto», insistiu Veiga Anjos.
A venda do navio foi negociada por 42,5 milhões de euros e com entrega prevista para o Verão, depois da sua reconversão em navio-cruzeiro. É que segundo o contrato, que nunca chegou a ser assinado, estavam previstos sete meses de obras no navio.
Actualmente o «Atlântida» tem capacidade para transportar 150 viaturas, a adaptação a navio cruzeiro, para fins turísticos, previa a eliminação dessa valência passando a dispor de camarotes para até 300 pessoas.
«No entanto, comunicaram-nos que afinal já não queriam essa adaptação e por isso não foi feita qualquer obra. O problema é que não há qualquer contrato assinado», sublinha Veiga Anjos.
Recorde-se que em Outubro de 2010, de visita a Portugal, o próprio Hugo Chavez fez questão de ver de perto o navio e, em Viana do Castelo, anunciou a intenção de criar uma linha de transportes marítimos entre o porto de La Guaira e as ilhas de Orchila, Los Roques e Margarita.
Esta segunda-feira, a administração dos Estaleiros Navais anunciaram que vão reduzir o número de trabalhadores.
Administração dos Estaleiros de Viana tenta, sem sucesso, que contrato seja assinado pelas entidades venezuelanas
A venda do ferry «Atlântida» à Venezuela, acordada em Fevereiro, continua, afinal, num impasse já que «semana após semana» a administração dos Estaleiros de Viana tenta, sem sucesso, que o contrato seja assinado pelas entidades venezuelanas.
«A verdade é que até hoje o contrato não foi assinado. Isso causa-nos bastante preocupação», admitiu esta segunda-feira Carlos Veiga Anjos, presidente do Conselho de Administração dos Estaleiros Navais de Viana do Castelo.
O acordo para a venda do ferry, que tinha sido encomendado e posteriormente rejeitado pelo Governo Regional dos Açores, foi anunciado publicamente pelo Governo português e pelo executivo de Chavez, a 20 de Fevereiro.
«Foi celebrado com pompa e circunstância na Venezuela. Mas nunca chegou a ser assinado, apesar de o nosso representante ter ficado três semanas a aguardar», explicou ainda Veiga Anjos, que coordenou toda a negociação e que previa a venda por 42,5 milhões de euros.
«Hoje, a pessoa com quem negociamos já não me atende o telemóvel», disse ainda, demonstrando «apreensão» com este negócio numa altura em que, além da Marinha, a empresa Petróleos da Venezuela é a única cliente dos estaleiros de Viana, com dois navios asfalteiros de 150 milhões de euros.
«Semana após semana não se consegue assinar o contrato, mas não vamos dar por encerrado o assunto», insistiu Veiga Anjos.
A venda do navio foi negociada por 42,5 milhões de euros e com entrega prevista para o Verão, depois da sua reconversão em navio-cruzeiro. É que segundo o contrato, que nunca chegou a ser assinado, estavam previstos sete meses de obras no navio.
Actualmente o «Atlântida» tem capacidade para transportar 150 viaturas, a adaptação a navio cruzeiro, para fins turísticos, previa a eliminação dessa valência passando a dispor de camarotes para até 300 pessoas.
«No entanto, comunicaram-nos que afinal já não queriam essa adaptação e por isso não foi feita qualquer obra. O problema é que não há qualquer contrato assinado», sublinha Veiga Anjos.
Recorde-se que em Outubro de 2010, de visita a Portugal, o próprio Hugo Chavez fez questão de ver de perto o navio e, em Viana do Castelo, anunciou a intenção de criar uma linha de transportes marítimos entre o porto de La Guaira e as ilhas de Orchila, Los Roques e Margarita.
Esta segunda-feira, a administração dos Estaleiros Navais anunciaram que vão reduzir o número de trabalhadores.
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Segunda-feira, 20 de Junho de 2011
MEDIDA URGENTE DO GOVERNO
O Governo que toma posse nesta terça-feira tem uma tarefa complicada pela frente. Há muitas medidas urgentes por tomar. Mas uma das que não deveria ser adiada por mais tempo é a do pagamento de facturas em atraso às PME.
Se o Estado não pagar urgentemente dois ou três meses da facturação atrasada, muitas PME não passam do Verão, com as consequências inerentes a nível de aumento do desemprego!
Se o Estado não pagar urgentemente dois ou três meses da facturação atrasada, muitas PME não passam do Verão, com as consequências inerentes a nível de aumento do desemprego!
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Sábado, 18 de Junho de 2011
LEMBREM-SE DE SÁ CARNEIRO!
Estou farto dos políticos do consensozinho do tacho, que acham que tudo deve ser negociado entre os adeptos da "panelinha" e têm horror à frontalidade e à ruptura!
Este então, é perfeitamente execrável! Faz parte da geração que deixou o país de rastos, mas não há meio de se calar e ir para casa!
Este então, é perfeitamente execrável! Faz parte da geração que deixou o país de rastos, mas não há meio de se calar e ir para casa!
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Sexta-feira, 17 de Junho de 2011
O CARISMA DE UMA ESFREGONA DO PRESIDENTE DA UE
Confirmou-se o que dizia o Nigel Farage, sobre o presidente da UE Herman van Rompuy - o homem tem mesmo o carisma de uma esfregona!
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Quarta-feira, 15 de Junho de 2011
Terça-feira, 14 de Junho de 2011
SUBSÍDIO DE REINTEGRAÇÃO
Não percebo o barulho todo feito à volta desta questão.
Afinal não houve mais de 91,5% dos votantes que escolheu os cinco do costume? De que se queixam agora?
Afinal não houve mais de 91,5% dos votantes que escolheu os cinco do costume? De que se queixam agora?
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Segunda-feira, 13 de Junho de 2011
REGRA DO PODER....
"É regra invariável do poder que, às cabeças, o melhor será cortá-las antes que comecem a pensar, depois pode ser demasiado tarde."
Ensaio sobre a lucidez - José Saramago
Ensaio sobre a lucidez - José Saramago
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Quarta-feira, 8 de Junho de 2011
Petição pela dissolução da Comissão Nacional de Eleições
Exmo Sr. Presidente da Assembleia da República,
Considerando que:
A Comissão Nacional de Eleições é actualmente um órgão meramente folclórico, incapaz de impôr o cumprimento da Lei Eleitoral, nomeadamente o artigo 56º da Lei Eleitoral Assembleia da República, que estatui a “Igualdade de oportunidades das candidaturas”;
A CNE também não impõe às entidades públicas o cumprimento do artigo 57º da mesma lei, que impõe a “Neutralidade e imparcialidade das entidades públicas”, permitindo inaugurações eleitoralistas no país até quase à véspera das votações;
O custo anual deste organismo em 2011 vai ser de cerca de um milhão e quatrocentos mil euros, sendo,dado os seus fracos resultados práticos, um verdadeiro sorvedouro do dinheiro dos contribuintes;
Esta entidade nem sequer consegue apresentar resultados fiáveis dos actos eleitorais, como aconteceu nas eleições presidenciais de 2010;
A CNE tem dois pesos e duas medidas, considerando que há queixas de anónimos que são tratadas em 24 horas enquanto outros cidadãos nunca recebem qualquer resposta a queixas apresentadas,
Os subcritores desta petição vêm propôr a dissolução da Comissão Nacional de Eleições.
1º signatário
João Manuel de Carvalho Fernandes
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